quinta-feira, 30 de abril de 2009

Quando tudo está perdido

A formatura foi um momento especial, e muito breve.
Naquele dia , peguei um táxi, na rua Cadete Polónia, número 100 e fui . . . 
Minha vida mudou por completo. . .
Me lembro das capelas , me lembro do alojamento . . .
Deu muito trabalho para arrumar todas as coisas , a chuva é medonha, tenho medo de perder ônibus . . .
Não me lembro de despedidas, foi como ir para um caminho novo sem olhar para trás . . .
O ano é 1996 , estou muito entusiasmado com o meu emprego.
A entrevista foi ótima e consegui o trabalho.
Logo tenho diante de mim um novo desafio, que o inglês me facilitou e muito.
Foi neste ano que comprei o CD ´´Via Láctea´´ , da Legião Urbana.
Uma das músicas me marcou bastante.
Morava na rua Fortaleza, em Itapuã.
A apenas duas quadras da praia.
E que praia !
No dia da entrevista ,em frente ao mar na praia da costa , ali me apaixonei por aquele mar.
Ali conheci tantas alegrias e muitas tristezas . . .
A comunidade São Francisco, muitos novos conhecidos.
Algumas paixões não correspondidas . . .
A vida nova tão cheia de surpresas!
Um livro em branco sendo preenchido!
Juventude em ebulição!
Muita garra, treinamentos , conhecimentos novos. . .
Um chefe inseguro, a luta para me afirmar no trabalho !
A volta por cima !
Muitas quedas, muitas vezes me levantando.
Um amor não correspondido , um coração despedaçado . . .
O ato de pegar o que é mais valioso, no lixo e limpar  . . .
A aliança no dedo mindinho . . .
A comunidade , os movimentos . . .
Páscoa 1997!
Deus sabe que eu tentei . . .
E a empresa quebrou , a carreira mudou . . .
Fui morar no subúrbio . . .
E os amigos que achei que tinha . . .
Percebí que não tinha . . .
Convento da Penha , uma linda visão externa e interna!
Um caminho novo , uma nova profissão . . .
Depois do desemprego, de tantas contas e aventuras para viver . . . 
Duas pessoas muito próximas, não deu certo . . .
A perda do apartamento . . .
A perda do tão sonhado emprego . . .
Quem eu achave que me ajudaria . . .
Não me ajudou . . .
O OPOSTO ACONTECE.
LÁGRIMAS, DOR, DÍVIDAS, DÚVIDAS . . .

E o Renato Russo cantando:

a via láctea

legião urbana

Composição: Dado Villa-Lobos/ Renato Russo/ Marcelo Bonfá

Quando tudo está perdido

Sempre existe um caminho

Quando tudo está perdido
Sempre existe uma luz...

Mas não me diga isso...

Hoje a tristeza
Não é passageira
Hoje fiquei com febre
A tarde inteira
E quando chegar a noite
Cada estrela
Parecerá uma lágrima...

Queria ser como os outros
E rir das desgraças da vida
Ou fingir estar sempre bem
Ver a leveza
Das coisas com humor...

Mas não me diga isso...

É só hoje e isso passa
Só me deixe aqui quieto
Isso passa
Amanhã é um outro dia
Não é?...

Eu nem sei porque
Me sinto assim
Vem de repente um anjo
Triste perto de mim...

E essa febre que não passa
E meu sorriso sem graça
Não me dê atenção
Mas obrigado
Por pensar em mim...

Quando tudo está perdido
Sempre existe uma luz
Quando tudo está perdido
Sempre existe um caminho...

Quando tudo está perdido
Eu me sinto tão sozinho
Quando tudo está perdido
Não quero mais ser
Quem eu sou...

Mas não me diga isso
Não me dê atenção
E obrigado
Por pensar em mim...

Não me diga isso
Não me dê atenção
E obrigado
Por pensar em mim...




E quando tudo parece perdido, sempre brilha uma luz !
E mesmo passando quase 10 anos trabalhando no Espírito Santo , depois de muitas vindas e idas , sempre esperança!
Um novo norte !
Foi assim esta semana, 
Ainda não acabou , mas não tem como negar!
Há esperança!
 

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Meus avós

Vovô Cinô

Eu tenho o nome dele.
Não sei muito a respeito dele.
Sei que era fazendeiro em Camassandi, interior da ilha de Itaparica.
Lembro-me vagamente da casa , perto do antigo pé de tamarindo . . .
Sei que tinha uma fazenda em Itaperema, e também uma casa em Nazaré das Farinhas.
Meu pai me dizia a respeito de seus  Saveiros e Canoas,principalmente do REX. . . 
Me lembro do edifício Cícero Viana, onde morava minha avó, no Barbalho e também do 32.
A casa era antiga , e me lembro de descer as escadas procurando pelo bar de seu Abdias,onde após chamar ´´ seu abdias ´´, eu comprava um guaraná brama . . .
Bom gostaria de saber um pouco mais a repeito dele.

Vovó Elza

Vovó Elza cozinhava muito bem e era muito animada, fazia questão de ter a família junta nos veraneios.
Quantas vezes fomos para a Barra do Jiquiriça . . . 
Quantas vezes nos divertimos juntos.
Ela era professora e foi a principal responsável por incutir em minha mãe o gosto pelos estudos.
Muito pequeno eu ficava no muro do 32 contando os carros e esperando a kombí dos doces, dos sonhos . . .
Ela lá que moravam as irmãs de minha avó, tia Edith, tia Santa , das outras lembro-me do sorriso e de muitas perguntas que me faziam , ainda menino.
Sua voz carinhosa e rouca,os cabelos brancos e os óculos ,quanta sabedoria e quanta paz.A última vez que a ví estava em Brasília, fazendo um tratamento, muito magra , mas sempre vovó Elza.
Sua bondade mudou a vida de muita gente.
Era muito bom poder ficar na casa.
Vovó Elza, sempre vou me lembrar daqueles cabelos brancos e daquele sorriso.
Ela era devota de Nossa Senhora da Conceição.
Da casa , dos livros , da tv logo de manhã onde eu ouvia ´´tv aratú canal 4, salvador, salvador bahia´´

Vó Ló

Leocádia , minha avó paterna , pude conhecê-la um pouco mais, talvez porque viveu até meus 25 anos.
Sempre carinhoza e zelosa pelos filhos e netos.
Cozinheira ezímia , destas que marcavam o paladar com os quitutes da Bahia.
Sempre uma palavra amiga.
Muito devota de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.
Tinha também muitas irmãs, lembro me de tia Zí , vistosa e muito comunicativa . Também me lembro de tia Iaiá, aquela velhinha com uma cara meio infezada , que não sei por que me fazia medo.
Sua religiosidade sempre foi para mim um exemplo, como ela me ajudou nos meus tempos de estudante , quando ao lhe telefonar recebia todo aquele carinho.
Quanta paciência ao fazer todo aquele crochê , ela era muito carinhosa e bem humorada.
Vivia dando uma duras em meu pai e as vezes sobrava para mim , quando brincando me ameaçava me dar chicotadas . . .
Ela foi em minha formatura, ainda tenho as fotos ! Minha avó elegante , ao lado de minha tia Jólandia , de Dona Rizza e do Claudio. 

Vovô João

Me lembro de meu avô João assistindo comigo os filmes de Fred Asteire  . . .
Um dia nós soltamos arraia na avenida Centenária.
Me lembro de soltar arraia com ele.
Me lembro de um veraneio de 1977, onde na praia na cidade de Gameleiras , nós passamos um veraneio .
Brincamos muito.
Lembro me de seus bigodes, brancos, sua barriga e careca.
Tinha a voz forte , tudo nele me inspirava força.
Ele era meu padrinho, junto com minha avó , minha madrinha.
Na verdade eles insistiram muito com meus pais para que eu fosse logo batizado.

Cadê aquele menino , pequeno e sózinho , que pulava nos braços dos avós, que não cresceu perto de seus avós?Com dez meses foi para Brasília e só ia para a Bahia nas férias.

Quando me lembro deles , vem em minha mente muito amor, eu que sempre fui meio descolado da família, percebo o quanto eles eram expressão de amor.Minhas origens passam por eles, não só o que tenho , mas o que sou , como vivo , como falo e me sinto.

Hoje Gabriela está chorosa . . .

É o segundo dia sem sua avó . . .

Ela parede frágil, não quer ficar sozinha, está muito mais apegada a mãe.

A mãe fala´´ele tem medo da gente sair e não voltar´´.

Minha filha , o que você tem?A resposta vem em forma de lágrimas e um chorinho insistente . . .

Eu tão cansado , mesmo esgotado, preciso de um pouco mais de força para ficar com ela.
Tenho que dar um jeito de passar pelo menos um fim de semana na Bahia, para Gabriela conhecer seu avô.
Penso em meus avós , eles estão com Deus, e eu nesta preciso estar forte para guiar minha família, sendo e fazendo -os felizes!
 
Agora dormem juntas mãe e filha , o choro finalmente acabou.
Para ser mais exato ,dormiram às dez horas e são 4:45 hs . . .
Ouço o barunho das águas da chuva . . . 

Um novo dia se aproxima.

Foi muito bom recordar meus avós!

terça-feira, 28 de abril de 2009

A avó de Gabriela

Ela sempre esteve presente,desde os primeiros dias , ela estava conosco.
O fato de haver criado seis filhos a capacitava para ajudar um casal com a primeira filha.
E Gabriela ,chegou e como precisamos nos adaptar . . . 
Sua avó veio conosco e deu a maior força.
Sempre discreta, presente e tratando a neta com muito carinho.Quem não haveria de ficar feliz em ver sua filha tão bem cuidada?
Gabriela iniciou suas aulas . . .
Dois filhos de sua avó estão para dar a luz . . .
Ela deve ir ajudar . . .
Na verdade ela viaja hoje. . . .
Ela deve arrumar a Gabriela, e não vai buscá-la na escolinha . . .
Gabriela deve sentir . . .
Se engana quem acha que as crianças não sentem, eu sentí quando meu pai foi embora.
O que eu posso fazer?
Talvez ser mais presente e mais carinhoso,brincar muito com a criança e me desdobrar em atenção.
Filhos são uma imagem do que já fomos, do carinho que ja tivemos.Quanto carinho foi passando de geração a geração, de avós para mães, mães para filhos e pais para filho.
Agora Gabriela está se arrumando, em poucos minutos lá vou eu para a escola.
Minha esposa deve levar sua mãe para o aeroporto . . .
Um dia muito duro de trabalho , se aproxima.
O certo é que Gabriela tem amor e quem sabe se a avó não volta para alegrar mais um pouco a Gabriela? 

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Um dia de aula

Tudo se inicia quando ela acorda, na verdade nós a acordamos.
Depois de um banho e de uma mamadeira de leite, ela é arrumada pela mãe e pela avó.
Nós a colocamos na cama para assistir um desenho animado para crianças no discovery kids, ´´louie e seus amigos´´, tudo é muito repetitivo , colorido e com música.
Gabriela adora este desenho.
Eu coloco a pasta , a mochila e a lancheira no banco da frente e a coloco no banco de trás na cadeirinha de nenê.Ela já estaq com seu uniforme.
E lá vamos nós para a escolinha,no carro coloco algumas músicas calmas . . .E volto para tantos e tantos anos , quando era eu quem estava na cadeira de trás . . .
volto para Brasília em 1972 , para o cruzeiro, para a escola Maria Montessória . . .
O carro é um Corcel I, azul.A pior parte é quando eu ficava na escola e meu pai ia embora . . .
Depois ele foi mesmo embora . . .
Minha mãe sempre nos ,levou a escola, quando não podia iámos de Kombi escolar.
O melhor era a hora do retorno, quando acabava a aula.
Eu chego na escola , ainda não abriu.
Pego Gabriela no colo, pego suas coisas.
Na frente da escola , outras crianças aguardam.
A filha de uma técnica de segurança, uma família como Daniel ( menino falante e sorridente)e sua irmã, esta sim aluna.A mãe o leva pois não tem com quem deixá-lo enquanto leva a filha a escola.
Também chega uma pessoa próxima que trabalha conosco, e trás sua filha.
A menininha ,ensaia um choro, penso que a mãe também.
Hoje Gabriela não chorou, conversei bem com ela , afirmando o queanto elqa pe importante para mim.
Ela é entrege à professora, e eu volto para o carro olhando aquele pinguinho de gente vestido de amarelo com uma bonequinha nos braços. . .
Tudo é muito rápido . . .
Mais um dia de trabalho , contando as horas para vê-la de novo.

domingo, 26 de abril de 2009

Festas de crianças

Mais uma vez fomos a uma festa de criança.
Era especial , era a primeira festa.
Significa muita coisa, significa a vitória da vida no olhar e no sorriso da criança.
Pais aflitos durante os preparativos . . .
Convidados chegando . . .
Pensei muito na Gabriela, nos seus primeiros instantes de vida, e agora alí pulando e correndo , rindo , feliz!
Eu também já pulei e corri em 1971 em Brasília, provavelmente em um apartamento funcional no Cruzeiro em Brasília, com minha mãe e meu pai se preocucupando com a festa , felizes pelo primeiro ano de seu filho.Colegas de trabalho, algumas pessoas da família, uma pequena festa.
Jesus também foi a festas e se alegrou com os convidados.
Não temos noção da responsabilidade que é nutrir uma criança, com amor , com emoção e felicidade , para que ela seja feliz e consiga encontrar o seu caminho.
A festa vai passando , de longe eu olho para os pais . . .
Eles estão acelerados , comprimentando convidados , recebendo atenção e felicitações.
A criança percebe toda a movimentação, e também está acelerada.
Estou com minha filha no colo, andamos pela festa , pelo salão.
Eu penso o que vai ser de minha vida, e da vida desta criancinha de um ano e quatro meses e também de sua mãe.
O parabens é cantado, aguém faz uma oração.
É tudo tão bonito, colorido e rápido.
Amanhã é um novo dia, e hoje foi muito bom poder me alegrar com a felicidade de um grande amigo.


quarta-feira, 15 de abril de 2009

Mais um Sonho


Ontém acordei muito cedo, corri e me preparei para o trabalho.
Quando cheguei óntem em casa fui logo dormir , por volta das dezenove horas.
Mais uma vez acordo , com a sensação de que eu estava na Igreja da Glória, no largo do Machado do Rio de Janeiro . . .

Eu morei na rua Senador Correa, esquina com a rua Conde de Baependi.
Participava da paróquia da Nossa Senhora da Glória no Largo do Machado, meu segundo endereço no Rio.
No Sonho , eu buscava a imagem de Nossa Senhora de Fátima, com um olhar doce e terno que sempre me ajudou no tempo que eu morei no Rio de Janeiro.
Acordei, me lembrando de muitos rostos, muitos lugares e muitas obrigações que tinha no meu tempo de estudante . . .Trabalhos, tarefas, pesquisas . . . 
Como eu adorava uma biblioteca!
Tudo muito confuso.
O certo é que com a graça divina e o apoio de muitas pessoas boas eu consegui me formar!
Logo vou estar no trabalho . . .
Eu não estaria aqui hoje se não tivesse todo o apoio que tive , ná década de 90 no Rio de janeiro.Se não tivesse uma espetacular mãe, que com seu exemplo sempre foi para mim um estímulo.
Queira Deus que Gabriela possa ter a garra da avó para os estudos e para a vida.

sábado, 11 de abril de 2009

Um dia . . .

Estes dias encontrei o velho dicionário de acordes . . . 
Na contracapa o ano 1989 e meu nome , e a frase :´´Um dia . . . ´´
Um dia eu gostaria de entender a harmonia , de tocar o violão com maestria.
Eu vinha de um ano de aula particular , onde pude aprender um monte.
Tive aulas de guitarra com um colega de sala . . .
Agora , eu em outro instrumento , o teclado , vejo o velho dicionário com 20 anos.
Tanto tempo que a música vem fazendo parte de minha vida:flauta, violão , cavaquinho , gaita e agora teclado.
É a segunda vez que eu tento.Na primeira o meu sonho era tocar no grupo de oração, agora eu acabo de chegar da missa de Páscoa.Passagem, com todas as leituras , onde celebramos a ressureição de Jesus, eu estava ali tocando o teclado.Da segunda vez o objetivo era tocar na missa!
Pouco a pouco vou me soltando e Deus vem me abeçoando com o dom de música!
Quando eu escrevi aquelas letras,quando eu comprei este  dicionário de acordes a vinte anos atras . . . 
Eu não tinha noção aonde eu estaria hoje.
De que eu teria uma filha, uma esposa e um emprego maravilhoso!
E daqui a vinte anos, eu quero saber tocar muito o teclado, se Deus me permitir a vida , eu quero serví-lo com a música!
Agora meu desafio é entender harmonia, saber todos campos harmônicos, todas as sequencias e poder tocar com muita felicidade na Igreja.
E tocar todas as músicas que eu goste !
Para a glória de Deus!

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Um amigo

O ano é 1990 , estou em um encontro nacional da RCC representando o Rio de Janeiro.
A cidade é Cruzeiro, é inverno e faz muito frio.Ficamos hospedados em uma casa de família, pude conhecer gente de todo o Brasil.
E o meu primeiro contato com a Canção Nova. . . 

Muitas coisas aconteceram naquela semana, mas vou me ater na conversa que tive com Léo, recém ordenado padre.Falou comigo como se a muito me conhecesse, perguntou se eu estudava filosofia ou teologia . . .Me lembro da profissão do Santíssimo, onfr joguei o casaco ´para o chão e  . . .Saí do ar quase um hora durante a palestra seguinte .
O encontro acabou e voltei para Brasília . . . Fui ter com minha mãe.
O fato é que ontem dormí com a televisão ligada e na madrugada , no meio de um sonho , onde Léo , Padre Léo dirigia um ônibus , no meio de uma inundação , falava comigo coisas da vida.
Eu teria que descer do ônibus e me assustava com as águas . . . 
Na TV ele pregava com entusiasmo, falava do díficil temperamento de Paulo, de seu apostolado , da arta aos Filipenses e Galatas.
Era uma pregação de 2004, em 2003 eu o havia escutado no Álvares Cabral em Vitória . . .
A TV mostrava a face das pessoas impactadas pela mensagem.Ele conclamava as pessoas a serem felizes , que a oportunidade da vida nesta terra era única e que deveriamos nos empenhar em seguir Jesus e ser felizes . . .
Não sei se era sonho , o fato é que ví ele forte até aquela imagem corroida pelo cancer . . . Sempre fiel a Deus !
Me levanto , às 4:40 , vou para minhas orações habituais,´´despertem harpa e cítara, eu irei acordar a aurora´´ , desta vez pensando em São Francisco de Paula . . .
Depois Leio o livro de Santa Teresa , onde é narrado todas aquelas cartas mostrado a proximidade da Madre com Jesus .
Não endendí o sonho , mas o certo é que naquele encontro , conhecí o Leo e hoje peço a Deus que me ilumie através dele!
Também sinto que a Madre , de certa forma está me ajudando , sinto que ela é minha amiga.
Temí em não poder ver Gabriela crescer, de morrer de camcer em poucos anos . . . 
Peço a Deus que seja feita a vontade dele, e que apesar de tantas imperfeições minhas , me entrego a Ele! 
Padre Léo rogai por mim e por minha família!
Madre Teresa rogai por mim e por minha família!
O café está pronto , minha esposa está em Santarém em tratamento . . . 
Logo evo deixar a Gabriela na escola e terei mais um dia de trabalho.