domingo, 6 de março de 2011

Inspirational Video on Smiling - Smile and feel better : )


SMILE - MAKE A DIFERENCE.

Leaders Care - Inspirational Leadership Video



O Facebook realmene é algo diferenciado.
Devemos ser líderes melhores, pois podemos ser pessoas melhores em contato com o que há de melhor no ser humano, e o que faz a diferença e dá o significado.

http://networkedblogs.com/eSeL2

sábado, 5 de março de 2011

NAOMI DRUSKIC,12 age, Chopin Competition Singapore,Nocturne B-minor,op.9...

Observatório da Imprensa - Flávio Bittencourt - O bancario e o monge - 30/12/2006 10:28:37

Observatório da Imprensa - Flávio Bittencourt - O bancario e o monge - 30/12/2006 10:28:37

Campeão

CAMPEÃO



Era uma tarde de uma dia de semana, eu andava nas calçadas de Vila Isabel na 28 de Setembro, quando em frente a concessionária wolkswagem quando perguntei as horas para uma pessoa.
A pessoa simplesmente me desprezou, e o porteiro da concessionária me disse as horas assim: duas horas campeão.
Ele viu tudo e ficou sem jeito.
Ser chamado de campeão naquela ocasião foi algo diferente e passei a usar esta palavra para as pessoas que eu gosto.
Quando estudante eu almoçava em um destes pequenos restaurantes em Vila Isabel.
Uma delas é o Ribamar, que conhecí no Mostereiro de São Bento no século passado, nos anos 90.
José de Ribamar Pedreira Carvalho ,aposentado do Banco do Brasil. Tinha tido uma carreira bem sucedida e encontrou Jesus no Mosteiro.
Mosteiro , território de uma fé madura e consciente.
Os oblatos estudavam muito e com o alinhamento de suas vidas com a regra beneditina eram sal.
Nos tempos de estudante vivi uma grande aventura encontrando o sentido de ser cristão e pude conhecer muitos cristãos.
Católico convicto e amigo de Dom Marcos Barbosa, sobre ele acabei de encontrar um artigo:http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=414AZL002 .
A fé é uma avenida que caminhamos com muitos amigos , e o Riba foi sem dúvida um amigo que me orientou e me ajudou em uma época especial de minha vida.
Durante muitos sábados rezávamos as laudes na capela dos Oblatos.
Ele conhecia muito da liturgia e partilhava sua experiência de vida.
Quando eu era estudante pobre e universitário, muitas vezes ele me convidou para almoçar em um restaurante na Tijuca. Comprou o mel que eu vendia para  ajudar a custear meus estudos.
Apresentei-lhe o Caminho Neocatecumenal , e ele me agradeceu muito.
Foi um amigo a quem eu chamava de campeão.
´´Campeão como vão as coisas?Você está se cuidando?Tem ido ao Mosteiro? Agora que já estas livre dos sofrimentos desta terra, lembrai vos de seua amigos peregrinos, que lutam ainda neste vale de lágrimas.´´
Eu sei que você viveu muito a misericórdia de Jesus, sempre estava com ele.
Você depois da maturidade se formou teólogo e ajudou a muitos com conselhos e com sua amizade.
Eu te vejo com aquela boina, com os óculos e o sorriso.
Você também foi um sacramento.
Deus abençoe você.
Perdemos o contato em 1995 quando deixei o Rio de Janeiro.
A última vez que falei com ele (acho que ainda me lembro de seu telefone :2688738) foi em 2004.
Ele morreu em 2006.
Nós continuamos nossa caminhada, agora entendendo muita coisa da vida, devido aos conselhos do grande amigo RIBA.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Patrick Henry Hughes - Inspirational Story



Ser pai é algo muito especial.
É acreditar em nossos filhos mesmo contra todas as circustâncias.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Três anos de Gabriela

Ontem foi o aniversário de minha filha Gabriela, três anos . . .
Ainda me vejo do lado de fora da sala de parto, com uma câmera na mão . . .
Ainda escuto seu choro, fraquinho . . . .
Ainda vejo seus olhos pequeninos de bebe recém nascida,abrindo para um novo momento.
E formam tantos, nestes breves três anos.
Me lembro de cada fase, de cada palavra que ela ia aprendendo.
Da menina que engatinhava pela casa.
Das festas anteriores.
Ter um filho é de certa forma retornar para uma infância perdida sob o peso de tantos anos. . .
Deus me fez ver muito de minha infância.
E ela está no meu colo,cantamos mais uma vez.
Eu te amo minha filha,e amo Deus por permitir você comigo.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

O caixão branco do bebe


Sou pai de dois filhos, um casal e o mais novo é um menininho de 4 meses.
O caixãozinho branco me levou às lágrimas.
Aquele pai esperou durante nove meses, assim como eu participou de toda a rotina do pré-natal.Montou o berço e o quarto do bebê.
Ele sonhou e foi premiado com muitos sorrisos do bebê.
Ter um filho tão pequeno e dependente da gente , ´´por que ele,não eu meu Deus . . . ´´.
´´Ele tinha a vida inteira . . .´´
Agora ele está no caixãozinho branco,nos braços do pai.
Pai embale seu tesouro que agora dorme o sono da morte, só Jesus agora pode acordá-lo .
Pela fé sabemos que agora aquele inocente sorriso está diante de Deus e agora te aguarda.
Não mais no meio de uma noite chamando pela mãe,em busca do leite.
Agora junto com tantos outros inocentes ele te espera.
Você é qem dorme agora neste vale de lágrimas,suas minhas e nossas...
Pedro dorme aqui ao lado meu,sonhando não sei com que . . .
Posso pegá-lo,acordá-lo e posso ver seu rostinho de quatro meses muitas vezes sorrindo.
Vejo aquele pai , forte e frágil arrasado . . . 
Possa Deus consolar aquele pai que enterrou sua família e seu pequeno grande sonho ,no caixãozinho branco,cheio de sonhos,sorissos e que nos trás lágrimas.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

domingo, 19 de setembro de 2010

233 55 33

Pedro Gabriel está ao meu lado com seus 19 dias.
Já havia acontecido com a Gabriela,hoje com dois anos e oito meses,agora acontece com os dois.
Olho para estas crianças,me vejo criança ligando o telefone para o número: 233 55 33 , o número do Hospital das Forças Armadas em Brasília,nos ano de 1979.
A gente chegava da escola,uma empregada servia o almoço e eu telefonava:
´´Gostaria de falar com a Enfermeira Elza no ramal 2323 ´´´.
Minha Mãe trabalhava em dois empregos para sustentar três filhos e aquele momento era um momento de eu estar com ela.
Somente agora trabalhando, eu percebo como foi parte da minha infância.
Atualmente consigo almoçar em casa.
Posso ver as crianças . . .
Naquele tempo ,a gente chegava da escola e ficava sempre com babás e empregadas.
Daí a necessidade de ligar . . .
A noite era muito boa, quando minha mãe chegava ,se arrumava , as vezes tomava a lição,outras vezes viamos televisão juntos.
Estes tempos esquecidos sobe quase quarenta anos, ajudaram a construir o que sou e o que meus filhos serão.